comunicado de imprensa da CPC Porto
Como reacção aos últimos protestos efectuados no exterior e principalmente no interior do Teatro Rivoli, contra a anunciada intenção do Executivo Camarário de passar a gestão do Teatro Municipal para mãos privadas, a Juventude Popular do Porto vem por este meio manifestar a sua mais veemente discordância com a lamentável forma de contestação usada ao longo de 4 dias pelos auto-intitulados “agentes culturais” que ocuparam ilegalmente aquele espaço, através da sua invasão indevida.
O projecto da Câmara do Porto em questão havia já estado em discussão pública, sem que nesse período a voz dos que agora propalam discordâncias de princípio se tivesse feito ouvir. A opção da Câmara Municipal é a mais equilibrada, limitando-se a alterar o modelo de gestão do Teatro Municipal, que manifestamente não era sustentável. Isto é um facto bem distinto das versões pervertidas que se têm ouvido da boca de muitos manifestantes, já que a alteração do modelo de gestão é bem distinto da venda do Teatro Municipal aos privados ou da sua conversão numa empresa.
Assim, a Juventude Popular do Porto apoia em toda a amplitude as atitudes e posições tomadas até ao momento pelo Executivo Camarário e particularmente pelo Exmo. Vereador da Cultura, nomeadamente no que diz respeito à reposição da legalidade, já que a democracia tem canais abertos para a discussão, aos quais quem discorda pode fazer recurso sem ter que violentar a ordem pública.
A Juventude Popular do Porto, sendo uma juventude preocupada com equilíbrio e funcionamento da nossa sociedade civil, defenderia sempre que, caso os ocupantes não desistissem da ocupação, as autoridades policiais devessem intervir para por pacificamente fim à ocupação, de forma a garantir o clima de tranquilidade na sociedade Portuense, facto que foi precisamente o verificado durante a madrugada de hoje.
A Comissão Política Concelhia do Porto da Juventude Popular
O projecto da Câmara do Porto em questão havia já estado em discussão pública, sem que nesse período a voz dos que agora propalam discordâncias de princípio se tivesse feito ouvir. A opção da Câmara Municipal é a mais equilibrada, limitando-se a alterar o modelo de gestão do Teatro Municipal, que manifestamente não era sustentável. Isto é um facto bem distinto das versões pervertidas que se têm ouvido da boca de muitos manifestantes, já que a alteração do modelo de gestão é bem distinto da venda do Teatro Municipal aos privados ou da sua conversão numa empresa.
Assim, a Juventude Popular do Porto apoia em toda a amplitude as atitudes e posições tomadas até ao momento pelo Executivo Camarário e particularmente pelo Exmo. Vereador da Cultura, nomeadamente no que diz respeito à reposição da legalidade, já que a democracia tem canais abertos para a discussão, aos quais quem discorda pode fazer recurso sem ter que violentar a ordem pública.
A Juventude Popular do Porto, sendo uma juventude preocupada com equilíbrio e funcionamento da nossa sociedade civil, defenderia sempre que, caso os ocupantes não desistissem da ocupação, as autoridades policiais devessem intervir para por pacificamente fim à ocupação, de forma a garantir o clima de tranquilidade na sociedade Portuense, facto que foi precisamente o verificado durante a madrugada de hoje.
A Comissão Política Concelhia do Porto da Juventude Popular
2 Comments:
Pónei olyssipo,
Isso é tudo insegurança? Será necessario escreveres num blog, que Lisboa é a capital? Nada tenho contra os provincianos, mas uma vez que és um deles, podias e devias, assumir uma identidade. Olyssipo é muito pónei, não tens um nome de Homem ? Quando se trata com pessoas educadas, de facto é muito melhor...
Excelente trabalho da CPC-Porto, outra coisa não seria de esperar desta equipa.
Parabéns.
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